Leia o trecho abaixo, publicado em julho, em O Globo, sobre o Projeto Irineu. “No caso da inteligência artificial generativa (IA), aquela capaz de criar conteúdos a partir de comandos humanos, o jornal também foi pioneiro. Ainda no primeiro semestre de 2023, poucos meses depois de o ChatGPT se tornar público (em novembro de 2022), O GLOBO iniciou testes para explorar como a tecnologia poderia ser incorporada às suas rotinas e ao desenvolvimento de produtos. Há pouco mais de um ano, em junho de 2024, nasceu o Projeto Irineu. Batizado em homenagem ao jornalista Irineu Marinho (1876 - 1925), fundador do GLOBO, o projeto tem dois objetivos que fazem parte do DNA do jornal: de um lado, incrementar a produção de conteúdo da redação; de outro, enriquecer a experiência dos leitores e assinantes.” No sentido de enriquecer a experiência de leitores e assinantes, o primeiro recurso do Projeto Irineu lançado, ainda em 2024, foi
“Copydesk”, que, de forma independente, supervisiona a produção textual dos repórteres, corrigindo eventuais erros de apuração e uniformizando o tom de voz das matérias, de modo a garantir a unidade da publicação.
“Reportero”, que, com base unicamente nas informações disponíveis no acervo do jornal, redige de forma autônoma matérias de conteúdo histórico, para publicação no site do veículo.
“Resumo”, que aparece como um botão nas matérias do site do jornal e fornece aos leitores — como sugere o próprio nome — uma versão concisa de cada conteúdo.
“Com a palavra”, que é capaz de apresentar a versão resumida das matérias do site, simultaneamente, em até seis idiomas diferentes.
“Decifra-me”, uma ferramenta criada para decifrar os 600 mil discursos feitos, no século XX, no Congresso Nacional, mostrando como as mudanças na sociedade pautaram a retórica de deputados e senadores.