Em uma aula prática de Física Moderna em um laboratório, um professor realiza um experimento para determinar a função trabalho de uma superfície metálica de potássio. Utilizando uma montagem clássica com uma válvula de vácuo (célula fotovoltaica), o professor incide uma luz monocromática de comprimento de onda \lambda = 310 \text{ nm} sobre o catodo, como esquematizado na Figura a seguir. Aparato para o estudo do efeito fotoelétrico Sabe-se que a função trabalho do potássio é de \phi = 2,20 \text{ eV} e que a relação entre a energia do fóton incidente (E), a função trabalho (\phi) e a energia cinética máxima dos fotoelétrons emitidos (K_{max}) é dada pela equação de Einstein: K_{max} = E - \phi. Considerando-se a constante de Planck multiplicada pela velocidade da luz comohc \approx 1,24 \times 10^3 \text{ eV} \cdot \text{nm}, o potencial de corte (ou potencial de frenagem) V_0 necessário para anular a corrente fotoelétrica nesse experimento é, em V, de
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