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Contabilidade · Fraude em Auditoria · Triângulo da fraude: incentivos, oportunidades e racionalizações

Múltipla escolha FGV 2025 Fácil

O auditor deve obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, como um todo, não contêm distorções relevantes causadas por fraude ou erro. No entanto, devido às limitações inerentes da auditoria, há um risco inevitável de que algumas distorções relevantes das demonstrações contábeis podem não ser detectadas, apesar de a auditoria ser devidamente planejada e realizada de acordo com as normas de auditoria. O risco de não ser detectada uma distorção relevante decorrente de fraude é mais alto do que o risco de não ser detectada uma fraude decorrente de erro. Assim, a NBC TA 240 (R1) trata da responsabilidade do auditor em relação a fraude na auditoria de demonstrações contábeis. Com base exclusivamente nessa norma, avalie se as afirmativas a seguir estão corretas. I. O risco de o auditor não detectar uma distorção relevante decorrente de fraude é igual sendo cometido pela administração ou por empregados. II. É necessária uma discussão entre os membros da equipe de trabalho e que o sócio (ou responsável técnico) do trabalho determine os assuntos que devem ser comunicados aos membros da equipe não envolvidos na discussão. A discussão deve ocorrer levando em consideração a possível convicção dos membros da equipe de trabalho de que a administração e os responsáveis pela governança são honestos e íntegros. III. O auditor deve determinar respostas globais para tratar os riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude nas demonstrações contábeis. IV. Para operações significativas fora do curso normal dos negócios da entidade, ou que de outro modo pareçam não usuais, o auditor deve avaliar se a justificativa de negócio das operações (ou a ausência dela) sugere que elas podem ter sido realizadas para gerar informações contábeis fraudulentas ou para ocultar a apropriação indevida de ativos. Estão corretas as afirmativas

a

III e IV, apenas.

b

I e II, apenas.

c

I, II e III, apenas.

d

II, III e IV, apenas.

e

I, II, III e IV.

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FGV 2025

O modelo conhecido como “triângulo da fraude”, de Donald R. Cressey, estabelece que geralmente três condições estão presentes quando uma fraude ocorre. No primeiro vértice do triângulo, a gestão ou funcionários têm um incentivo ou estão sob pressão, o que provê uma razão para cometer fraudes. No segundo, a existência de circunstâncias, por exemplo, ausência de controles, controles ineficazes ou a capacidade da gestão em ignorar controles, proporcionam oportunidades para a fraude a ser perpetrada. No terceiro vértice, os envolvidos são capazes de racionalizar a prática de um ato fraudulento. Os fatores de risco de fraude, ou sinalizadores (red flags), são exemplos de fatores que podem ser enfrentados pelos auditores em uma grande variedade de situações. Nem todos os fatores de risco são relevantes em todas as circunstâncias e alguns podem ter mais ou menos significado em entidades de tamanhos diferentes ou com características de propriedade ou circunstâncias diferentes. Nesse contexto, associe os fatores de risco elencados abaixo às três condições geralmente presentes quando ocorrem distorções relevantes decorrentes de fraude. 1. incentivos/pressões. 2. oportunidades. 3. atitudes/racionalizações. ( ) Participação ou preocupação excessiva da administração não financeira com a seleção de políticas contábeis ou com a determinação de estimativas significativas. ( )Alto nível de competição ou saturação do mercado, acompanhada por declínio da margem de retorno. ( )Ativos, passivos, receitas ou gastos baseados em estimativas significativas que envolvam julgamentos subjetivos ou incertezas difíceis de serem corroboradas. ( ) Prática, pela administração, de se comprometer com analistas, credores e outras partes no cumprimento de projeções agressivas ou irrealistas. ( ) Estrutura organizacional excessivamente complexa envolvendo entidades jurídicas ou linhas de autoridade gerenciais não usuais. ( ) Fluxos de caixa negativo provenientes das operações ou incapacidade de gerar fluxos de caixa das operações mesmo que reportando lucros e crescimento dos lucros. Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.

Triângulo da fraude: incentivos, oportunidades e racionalizações ·Contabilidade Média

FGV 2025

A NBC TA 240 (R1) aborda as responsabilidades do auditor em relação à detecção de fraudes em auditorias de demonstrações contábeis, destacando que o auditor deve obter uma segurança razoável de que as demonstrações estão livres de distorções relevantes, sejam elas causadas por erro ou por fraude. A norma ressalta que a responsabilidade pela prevenção e detecção de fraudes é da administração e daqueles encarregados da governança. Entretanto, o auditor tem a obrigação de identificar e avaliar os riscos de distorções relevantes devido a fraudes, mantendo uma atitude de ceticismo profissional. Quanto a essa norma, independentemente da avaliação dos riscos de que a administração burle controles, o auditor deve definir e aplicar procedimentos de auditoria para

Triângulo da fraude: incentivos, oportunidades e racionalizações ·Contabilidade Fácil

FGV 2025

O Triângulo da Fraude é um modelo desenvolvido por Donald Cressey que explica os três elementos que levam uma pessoa a cometer fraude: pressão (ou incentivo), oportunidade, e racionalização. Atualmente, esse modelo é utilizado por auditores para identificar e prevenir riscos de fraude em organizações. Considerando-se os preceitos da NBC TA 240 – RESPONSABILIDADE DO AUDITOR EM RELAÇÃO A FRAUDE, NO CONTEXTO DA AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, um fator de risco relacionado a distorções decorrentes de informação contábil fraudulenta e ao elemento oportunidade é a

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Julgue o item seguinte, relativo ao Sistema de Contabilidade Federal. É de competência do órgão central desse sistema promover a conciliação da Conta Única do Tesouro Nacional com as disponibilidades no Banco Central do Brasil.

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Julgue o item a seguir, a respeito da programação e execução orçamentária e financeira. Uma das vantagens da unificação dos recursos de caixa do Tesouro Nacional consiste na racionalização dos procedimentos relacionados à execução da programação financeira de desembolso da União, de modo a agilizar os processos de transferência e descentralização financeira, bem como os pagamentos efetuados a terceiros.

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