O Triângulo da Fraude é um modelo desenvolvido por Donald Cressey que explica os três elementos que levam uma pessoa a cometer fraude: pressão (ou incentivo), oportunidade, e racionalização. Atualmente, esse modelo é utilizado por auditores para identificar e prevenir riscos de fraude em organizações. Considerando-se os preceitos da NBC TA 240 – RESPONSABILIDADE DO AUDITOR EM RELAÇÃO A FRAUDE, NO CONTEXTO DA AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, um fator de risco relacionado a distorções decorrentes de informação contábil fraudulenta e ao elemento oportunidade é a
mudança recente na forma de remuneração e no plano de benefícios dos empregados.
necessidade de obter financiamento ou capital adicional para manter a competitividade.
posse de ativos facilmente conversíveis, tais como títulos ao portador, diamantes ou chips de computador.
prática, pela administração, de se comprometer com analistas, credores e outras partes no cumprimento de projeções agressivas ou irrealistas.
estrutura organizacional excessivamente complexa envolvendo linhas de autoridade gerenciais não usuais e alta rotatividade da alta administração.