Exposição recupera as cores originais de estátuas gregas Mostra no Metropolitan de Nova York exibe as obras nos vibrantes tons usados na época, demolindo o mito da brancura como sinônimo de beleza O arqueólogo alemão Vinzenz Brinkmann, da Universidade Ludwig Maximilian, em Monique, estudava o uso de ferramentas na Antiguidade. Em busca de marcas microscópicas em estátuas da época, ele desenvolveu uma lâmpada capaz de destacar o relevo da superfície e, por mero acaso, encontrou resíduos de pigmentos apagados pela ação do tempo. Disponível em: https://veja.abril.com.br/cultura/exposicao-recupera-as-cores-originais-de-estatuas-gregas/. Acesso em: 2 fev. 2026. Estudos arqueológicos contemporâneos, favorecidos pelo uso de tecnologias, vêm promovendo atualizações na história da arte mundial. O conceito de beleza clássica, associada à brancura de suas esculturas, foi historicamente estruturado
no amplo contato com réplicas produzidas em mármore branco das obras gregas originais, que favoreceram a ideia de arte clássica.
no fato da escultura grega ser produzida em mármore branco, diferente dos originais romanos feitos em bronze e com policromia aparente.
na ausência de pesquisas arqueológicas sobre a temática, só sendo reconhecidos os pigmentos utilizados nos vasos gregos.
nos achados de Pompéia e Creta, que relacionavam as esculturas de pigmentação vibrante a civilizações menos desenvolvidas.
nos elementos arqueológicos encontrados com policromia, que antes de serem expostos tinham seus pigmentos cobertos por tinta branca.